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Introdução às seitas (parte 1 de 2)

Descrição: Uma introdução às seitas atribuídas ao Islam. A Parte 1 trata da visão do Islam sobre as seitas e como um muçulmano pode evitar equivocar-se quanto a elas.

Por Imam Mufti (© 2012 IslamReligion.com)

Publicado em 06 Dec 2019 - Última modificação em 25 Jun 2019

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Categoria: Lições > Crenças Islâmicas > Lidando com as Seitas atribuídas ao Islam

Categoria: Lições > Interação Social > Lidando com as Seitas atribuídas ao Islam


Obejtivo da lição:

·        Entender que o Islam ordena a unidade e evita a divisão.

·        Entender que nem todas as seitas são iguais: existem seitas com "pequenos" erros, mas ainda assim são muçulmanos, e existem cultos que se autodenominam muçulmanos, mas são universalmente reconhecidos como não-muçulmanos.

·        Aprender a orientação islâmica sobre como evitar equivocar-se quanto a elas.

·        Entender a importância dos “Sahabah”.

Termos em árabe

·        Sahabah - A forma plural de "Sahabi", que se traduz em companheiros. Um sahabi, como a palavra é comumente usada hoje, é alguém que viu o Profeta Muhammad, acreditou nele e morreu como muçulmano.

·        Sunnah - A palavra Sunnah tem vários significados segundo a área de estudo; contudo o significado que geralmente se lhe atribui é: palavras, ações e aprovações do Profeta.

SectsInIslam.jpgEnquanto a maioria dos muçulmanos compartilha as mesmas crenças fundamentais, com 1,62 bilhão de adeptos - perto de um quarto da população do planeta Terra[1] – distribuídos nos trechos mais distantes dos continentes e entre 49 países onde são maioria e uma história de mais de mil anos, nem todos os muçulmanos são exatamente iguais. Às vezes, existem diferenças religiosas significativas entre eles. Nas duas lições a seguir, abordaremos os seguintes pontos com mais detalhes: 

A existência de seitas significa que os ensinamentos islâmicos (contidos no Alcorão e na Sunnah) as rege? A resposta é não. O importante é perceber que, ao contrário de outras religiões, Allah se encarregou de proteger o Islam - a última revelação e a religião mais completa de Deus para a humanidade. Você não encontrará nenhuma promessa de Deus na Bíblia ou quase qualquer outro texto religioso de que Ele o protegerá. Por outro lado, você encontra duas promessas importantes de Deus no Alcorão:

“Hoje, eu inteirei vossa religião, para vós, e completei Minha graça para convosco e agradei-Me do Islam como religião para vós.” (Alcorão 5:3)

Por certo, Nós fizemos descer o Alcorão e, por certo, dele somos Custódios. (Alcorão 15:9)

A existência de seitas se deve a razões cuja discussão está além desta lição.

Nem todas as seitas são iguais: uma analogia dos círculos

Uma analogia pode explicar melhor a questão das seitas. O Alcorão e a Sunnah estão no centro ao redor do qual existem muitos círculos. Alguns muçulmanos estarão dentro de um círculo, mas outros estarão fora dele. Em outras palavras, alguns muçulmanos estarão mais próximos do centro, outros podem estar distantes. Então, pense em um círculo vermelho que está tão longe do centro que qualquer pessoa que se encontre fora desse círculo vermelho nem sequer é considerada muçulmana. O raio do círculo é uma medida do quão "desviante" a seita é.

Em outras palavras, as seitas mais “desviantes”, podemos chamá-las de cultos, estarão fora do círculo vermelho. Elas serão as que tiverem o conflito mais sério com as crenças e práticas islâmicas estabelecidas. Exemplos seriam Ahmadis, Bahais e os drusos. 

As seitas são confusas, quem eu devo seguir?

O que se torna confuso é que, com a existência de diferentes seitas, quem um novo muçulmano, especialmente quando a maioria das seitas afirma seguir o Alcorão e a Sunnah, deve seguir? O que um novo muçulmano deve fazer? Como ele ou ela determina quem está certo e quem está errado? Em palavras simples, como um novo muçulmano evita confusão? Vamos detalhar a resposta a essa pergunta em alguns pontos:

Primeiro, se voltarmos ao Alcorão e à Sunnah, encontraremos a resposta para essa pergunta. Veja bem, o Alcorão e a Sunnah são textos; alguns tentarão pegar o Alcorão sozinho, separando-o da Sunnah (tradições proféticas). Eles então interpretarão o Alcorão como quiserem. A única maneira de entendê-lo corretamente é voltar às tradições proféticas e entender ambos à luz do entendimento das pessoas que estavam presentes no momento da revelação. Esses textos foram revelados em seu tempo, muitos dos textos foram-lhes endereçados[2], e eles tiveram o melhor professor (o Profeta de Allah) para explicar-lhes qualquer coisa que precisasse de explicação. Vamos ver o que o Profeta disse sobre esse assunto,

“As melhores pessoas são da minha geração, depois aqueles que os sucederam, depois os que os sucederam.” (Sahih Al-Bukhari, Sahih Muslim)

O Profeta distinguiu as três primeiras gerações de muçulmanos como os “melhores”. Se eles são os “melhores” de acordo com o Profeta do Islam, faz sentido entender e praticá-lo da maneira que as “melhores” pessoas o entenderam e praticaram.

Segundo, é importante saber que a primeira geração do Islam é conhecida como a geração dos "Sahabah". A palavra "sahabah" significa "companheiros" em árabe. Seu singular é “sahabi”, que significa “companheiro”. A segunda e a terceira geração também têm nomes, mas “sahabah” é o termo mais importante a ser conhecido por enquanto.

Terceiro, é importante que não se julgue quem é muçulmano e quem não é. Quando alguém não possui o conhecimento adequado, questões como essa devem ser deixadas para os sábios. Existem algumas seitas que têm boas e más incorporadas em suas crenças. Tome os Sufis[3] como exemplo. Todas as suas crenças e práticas não estão erradas, mas algumas estão erradas. Deve-se ter cuidado devido à falta de conhecimento para não se equivocar.



Notas de Rodapé:

[1] (http://www.pewforum.org/The-Future-of-the-Global-Muslim-Population.aspx)

[2] Às vezes, um texto pode ter uma razão específica para sua revelação, mas leva-se em consideração sua natureza geral.

[3] http://www.islamreligion.com/articles/1388/

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